Como diagnosticar e curar a depressão em pets

Como diagnosticar e curar a depressão em pets
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Como diagnosticar e curar a depressão em pets

Além dos humanos, doença psicológica também pode atingir animais de várias espécies e raças

A depressão é um distúrbio mental comum entre as pessoas, mas que pode se manifestar, por diversos fatores, também em animais, como cães e gatos. Com o objetivo de alertar sobre os sintomas que levam ao diagnóstico precoce e às formas de melhorar a saúde dos PETs, especialista da DrogaVET, líder em manipulação veterinária no Brasil, orienta tutores a identificar as mudanças comportamentais atreladas à patologia.

“A principal causa da depressão em PETs, principalmente em cães, é a constante ausência do tutor. Com o cotidiano corrido é normal que os donos tenham de ficar muito tempo fora de casa, deixando o animal sozinho por longos períodos diários. A chegada de outro animal e o nascimento de bebês (Leia aqui: Como conciliar dois amores: pets e crianças ) são outros motivos que também podem gerar ansiedade, insegurança e tédio nos PETs, além de fatores que venham a modificar a rotina e o relacionamento entre o animal e dono, tais como: mudanças de hábitos, horários, novo integrante na família ou na casa, acarretando, consequentemente no quadro depressivo”, explica a médica veterinária da DrogaVET Bauru, Ana Carla Bruscki.

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Segundo a especialista, animais depressivos demonstram apatia, falta de apetite e ânimo para brincar e interagir. Dessa forma, os donos devem estar atentos as mudanças de hábitos dos PETs e a atitudes compulsivas como: lamber e morder as próprias patas de maneira excessiva. Além disso, esses comportamentos podem causar ainda outros problemas de saúde: dermatites e perda de peso. Há ainda raças de cães que estão mais suscetíveis à depressão, como, por exemplo, Poodle, Yorkshire e Pinscher por terem um grau de dependência humana maior, requerendo atenção redobrada dos donos.

Para evitar que os animais entrem em depressão é importante levá-los para passear e estimular a prática de exercício físico (Leia aqui: Dicas para praticar atividades físicas com o pet) uma vez ao dia e acostumá-los à rotina de trabalho e horários do tutor, assim o PET perceberá que há ausência, mas que a mesma será recompensada com a chegada do dono. “Com a chegada de outro animal ou bebê, os tutores devem ter cuidado para que o animal mais velho não se sinta abandonado. Uma das maneiras para que o PET não se sinta excluído é inseri-lo na nova rotina e configuração familiar”, pontua a Ana Carla.

O tratamento mais indicado para casos de depressão diagnosticada é manter o cão ativo com brincadeiras, passeios ao ar livre e até adestramento (Leia aqui: Adestramento positivo: não envolve punições para os pets). No caso dos felinos, dispor de lugares onde possam escalar ou se esconder é o mais indicado, que podem apresentar comportamento agressivo somados a miados altos e frequentes quando estão depressivos.

“No mercado veterinário já existem florais para PETs, destinados ao combate de problemas psicológicos como a depressão. A consulta com o veterinário, entretanto, é indispensável para que ele possa prescrever a melhor posologia de acordo com o quadro clínico do paciente animal”, argumenta Ana. Nos laboratórios da DrogaVET esses medicamentos naturais são manipulados de acordo com as especificidades de cada caso e podem ser feitos no sabor preferido do PET. “Os florais podem ser administrados em qualquer estágio da doença, idade ou mesmo concomitante a outro medicamento. Além disso, são menos agressivos, pois não causam efeitos colaterais e é um medicamento de baixo custo para o dono”, informa a especialista, lembrando que o ideal é estar sempre atento às mudanças comportamentais dos PETs, garantindo um diagnóstico precoce e, consequentemente, melhoria na qualidade de vida e saúde dos seus melhores amigos.

Este post é uma contribuição da assessoria da DrogaVET para o Guia BH Mulher

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